2025-08: várias datas

Receção a alunos galegos falantes de português

 

 

 

Vamos mais uma vez receber alunos galegos falantes de português que vêm aperfeiçoar a nossa língua na FLUP.

Desde o 1º curso, em 2011, temos oferecido poesia e canções.

Este ano oferecemos também guitarra portuguesa.

Indicamos o programa, de modo que os nossos associados também possam assistir:

Agosto-04, segunda-feira, entre 15h00 e 16h30 – Mafalda Lemos, guitarra

Agosto-11, segunda-feira, entre 15h00 e 16h30 – José Silva, canções

Agosto-13, quarta-feira, entre 17h30 e 19h00 – Eduardo Baltar Soares, guitarra

Agosto-18, segunda-feira, entre 15h00 e 16h30 – Miguel Amaral, guitarra

 

Registo - Canções por José Silva na recepção da UNICEPE aos alunos galegos da FLUP:

"Canção da Paz":


"Diz-me como ser pão":


"Tenho barcos, tenho remos":


"Amanhã":




Registo - Guitarra portuguesa por Miguel Amaral na recepção da UNICEPE aos alunos galegos da FLUP

Miguel Amaral: Carlos Paredes (Canto do amanhecer):


Miguel Amaral: Luiz Goes (Cantiga Para Quem Sonha) e José Afonso (Traz outro amigo também):


Debate (pequeno excerto):


Miguel Amaral: Carlos Paredes (Verdes anos):


Notas curriculares dos músicos:

 

Mafalda Lemos

Nasceu em 2002, no Porto.

Iniciou os estudos na música com a guitarra clássica aos 7 anos e aos 9 anos começou a ter aulas de guitarra portuguesa.

Completou o 8⁰ grau em guitarra portuguesa no Conservatório de Música do Porto.

É finalista da Licenciatura em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa.

 

José Silva

Militante de causas e amigos.

Fez parte da direção da Casa-Museu Abel Salazar.

Intérprete de canções de muitos autores.

Frequentemente aparece como palestrante em locais espalhados pela cidade do Porto, e não só, recordando poetas e prosadores nacionais e/ou locais.

Também canta canções de sua autoria.

 

Eduardo Baltar Soares

Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, diplomado em Guitarra pelo Conservatório Superior de Música de Castilla y León. Mestre em Ensino da Música e doutorado em Ciências da Cultura pela Universidade do Minho.

 

Miguel Amaral

Nasceu no Porto em 1982. O seu primeiro contacto com a música surge aos 6 anos, por intermédio da professora Madalena Leite de Castro com quem estudou piano. Anos depois, fruto do fascínio pela música de Carlos Paredes inicia os estudos de guitarra portuguesa com Samuel Cabral, José Fontes Rocha e mais tarde com Pedro Caldeira Cabral. Tem-se apresentado regularmente em recitais a solo, bem como inserido em agrupamentos de música de câmara e orquestras tendo passado por salas como Casa da Música, Fundação Calouste Gulbenkian, Culturgest, Centro Cultural de Belém, Teatro Solis (Montevideo), Centro Cultural Kirchne (Buenos Aires), Teatro Nescafé (Santiago do Chile), FIL Guadalajara (México), Queen Elisabeth Hall (Antuérpia), Philarmonie du Luxemburg (Luxemburgo), Auditório Nacional de Música (Madrid), Helsinki Music Centre (Helsínquia), Cidade das Artes (Rio de Janeiro), Teatro Mossoveta (Moscovo).

Tem trabalhado com as orquestras Philaromonie du Luxembourg, Real Filharmonía de Galícia Galicia, Helsinki Baroque Orquestra, Antwerp Symphony Orchestra, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica do Porto, Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção dos maestros Peter Rundel, Dirk Brossé, Brad Lubman, Pedro Neves e com os agrupamentos Ensemble Darcos, Os Músicos do Tejo e Ensemble Pulcinella.

Do seu trabalho como compositor destacam-se, para além das peças para guitarra portuguesa solo, as obras: Luz de Outono - para guitarra portuguesa e orquestra barroca (Os Músicos do Tejo; Helsinki Baroque Orchestra); Fuga para um dia de Sol - para guitarra portuguesa, piano e contrabaixo (Mário Laginha Novo Trio); Quatro lamentações para um amor perdido - para dois sopranos, guitarra portuguesa, violoncelo e baixo contínuo (Ensemble Pulcinella); Fado D’arcos - para voz, guitarra portuguesa, piano, harpa, violino, viola, violoncelo e contrabaixo (Ensemble D’arcos), Elegia a Gabriel Fauré – para violino e piano (Trio Pangea). Em 2023 estreia o Concerto para Guitarra Portuguesa e Orquestra de Dimitris Andrikopoulos. Da sua discografia em nome próprio constam o álbum Chuva Oblíqua para Guitarra Portuguesa Solo e o álbum Saudade, em duo com o músico brasileiro Yuri Reis (violão de 7 cordas) onde aborda música tradicional brasileira e o repertório tradicional da guitarra portuguesa. É Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa.

 

 


 

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